Ultimamente tem sido inevitável não pensar em você caindo de boca aqui, safado. Sentir a tua língua, e todo o teu desejo bem aqui, dentro de mim. Queria que fosse apenas um desejo, mas não é, passou a ser uma necessidade. Possuo a necessidade em ter um chupador para a minha buceta. O escolhido para tocar uma siririca. Ah delicioso… Essa buceta é só tua! E só pra você lembrar: É a buceta que é na medida em que você gosta, do tamanho que você deseja. E eu abro-a para você. Esfrego em sua cara. Roço ela por toda a sua pica, o seu tórax. Mas para ser franca, eu prefiro que você a devore. Engula se quiser, gostoso. Você pode tudo. Apenas o dono da minha buceta poderia ter esse privilégio. O privilégio de mastigar e desgustar a minha buceta por inteira. Sirva-se dos lábios de minha buceta, dono dos meus desejos. Percorra os seus dedos para o fundo de minha buceta. Lamba o meu grelo como se fosse um cachorro faminto por carne. Me lamba como se fosse a última e primeira vez. Me faça revirar os olhos com a sua boca antes em estado de abstinência. Foda-me. Foda minha buceta com esses lábios entorpecidos.
“Boqueteira, boqueteira, boqueteira!” Era o que ele exclamava três vezes. As vezes, bem mais do que três vezes. O fato é que eu era realmente o que ele me chamava. Era uma boqueteira, mas não uma boqueteira qualquer, era a boqueteira daquele pau delicioso. Era muito mais do que isso… Eu tinha a honra de ser a unica puta do mundo a chupar aquele cacete imenso e grosso pra caralho. Ele ama quando eu falo “caralho”, é algo que o excita. A minha pose de dama na rua, e de puta na cama, sempre o satisfez. Como sua puta, sua biscate, nada mais do que a minha obrigação. Quando as minhas mãos encontram aquela pica, os meus olhos brilham e começo a sentir o cheiro de malícia. O gosto de boquete. Rapidamente, os meus lábios estão percorrendo aquela cabeça tão gostosa e rosada. E eu gosto mesmo é de lamber, dar várias chupadas de uma só vez. Vez ou outra, ele varia. Pede para que eu passe a cabeça de sua pica favorecida pela grossura pelo vão dos meus seios, e também, nos mamilos. Deve ser por que ele sabe, eu tenho uma sensibilidade extrema nos mamilos. Leva-me ao orgasmo sentir o seu pau imenso roçando, encostando em meus peitos e em qualquer parte de meu corpo. E ele gosta, quando no meio da madrugada, eu tiro a sua cueca e começo a chupá-lo sem que ele perceba, mas logo entende ao acordar com a ereção. Saio de dia, pensando em qual será a hora que eu o chuparei mais uma vez. Torço para que seja assim que chegamos a noite. Antes de dormir, durante a madrugada, ao acordar. É meu dever de boqueteira: chupá-lo o tempo todo.
E depois de gozarmos, ele estava ali, com a cabeça a uns oito centímetros da minha xota, olhando, mordendo os lábios, como quem estivesse hipnotizado pela a minha buceta, e estava. Assim como eu não conseguia desviar o meu olhar da cabeça da sua pica. Como se a sua pica fosse a minha droga, e eu estivesse viciada naquela pica em especial, inteiramente nela. Ele brincava com a minha buceta, passava os dedos por ela, e enquanto ele passava os dedos nela, minha buceta melava, melava cada vez mais. Ele massageava-a, beijava-a, e observava-a. Olhava para a minha buceta como o homem mais tarado. Perguntei a ele o que ele tanto olhava, ele respondia safadamente: “A sua buceta é linda. A verdadeira entrada para o céu”. Senti sinceridade em suas palavras, por isso disse: “Vem experimentar o teu céu, então”, - sorri maliciosa. Fiz a proposta, disposta a mostrá-lo o que rola em meu céu. Pedi para que ele ficasse em silêncio, enquanto isso, percorri os meus dedos pela a minha buceta, enfiando-os no fundo da minha buceta. Ele ficou quieto, enfiando-os no fundo de minha buceta. Ele ficou quieto, da maneira que eu havia mandado, e soltou aquele olhar misterioso. Fez outro pedido, pedi para que apenas sentisse o que acontece com a minha buceta, assim ele a conhecia um pouco mais. E enquanto eu gozava sobre os meus dedos, ele podia sentir as contrações da minha buceta, o cheiro, sentia a minha buceta abrir e fechar. Podia sentir e ouvir, o meu orgasmo. Orgasmo o qual, só a presença dele poderia provocar. Ao ter o orgasmo, percebi que aquele olhar, era um olhar de homem satisfeito.
Meu gostoso…
Esse e-mail é um pouco constrangedor, apesar disso, o mandarei. Mas devo dizer que estou tímida, sem graça de ter feito a sacanagem que fiz ontem. Provavelmente você já saiba. Ou não. Fora da cama, certas vezes, você tem um ar inocente, e pode vir a ser que eu não goste disso, mas gosto. Gosto porque sendo assim, posso comandar um pouco na cama. Não mais do que você, evidentemente. No entanto, o teu corpo pode vir a ter mostrado sinais do que fiz. Eu assumo meu dono, fiz você me foder enquanto você dormia. E sabe o que é o mais engraçado agora? Eu ficar toda molhada só de me lembrar do quanto eu abusei ontem de você.
No começo eu estranhei, me senti um pouco culpada, mas me lembrei em como você gosta de me dizer que eu não tenho vergonha nenhuma na cara. Eu concordo, eu não tenho vergonha nenhuma na cara quando o assunto é o seu pau. Tenho de confessar também o quanto foi excitante te ter ali deitado, sem o controle de nada. Eu te disse ontem antes de sairmos, que você tava extremamente gostoso com aquele jeans claro. Você odeia jeans claro, mas ainda que estivesse com o jeans mais horripilante que eu já vira, estaria gostoso. Aquele jeans deixava o teu pau muito apertado. Tão apertado que no restaurante, eu ficava passando na sua frente, para que ninguém reparasse na grossura desse pau da mesma forma que eu. Morri de tesão quando você olhava com ódio os homens que olhavam para mim, e sussurrava em meu ouvido que eu era a sua gostosa.
Você havia me provocado tanto no restaurante que eu não agüentei, te levei para o banheiro e fodemos ali mesmo. Sei que deixei isso bem claro quando fizemos, mas agora repito, foi delicioso. Chegamos em casa. Dessa vez fui eu quem guardei o carro, quando cheguei em nossa quarto, você já estava dormido, cansado, naturalmente cansado de tanto me foder, mas eu ainda não tinha me saciado o suficiente… Não pensei mais de uma vez.
Fui subindo em cima de você, tirando toda a sua camisa, tirei os seus sapatos. Lentamente fui passando as mãos pelas tuas pernas, acariciando o teu jeans, abri o zíper da tua calça jeans clara, desci ela, fiquei passando os dedos sobre o teu pau pela cueca. Era uma daquelas tuas cuecas brancas Calvin Klein que deixam o teu pau o extremo da grossura.
Mordi os meus lábios, e rapidamente, fui passando a língua pela tua cueca do inicio ao fim, deixando a minha língua percorrer pelo teu pau sobre a cueca de cima a baixo. Fiquei girando a minha língua pela tua cueca, percorrendo a língua sob a tua cabecinha. Era hora de tirar aquela cueca branca, e tocar naquele pau enorme. Desci a tua cueca, coloquei ao canto da cama. Você estava se mexendo, mas eu não ia parar, ainda que você acordasse, no entanto, passei a tomar mais cuidado…
Apertei devagarzinho o teu pau com as duas mãos, movimentando o teu pau num vai e vem, aumentando o ritmo da minha mão contra o teu pau. Você voltara a roncar. Foi quando eu comecei a bater uma pra você com força e rapidamente, aumentando a velocidade da punheta cada vez mais, sentindo o teu pau latejando na minha mão. Uma coisa é certa: Você estava dormindo, mas o seu pau estava molhado em minhas mãos. Rocei os meus lábios pela cabeça do teu pau, pelas laterais da cabecinha do teu pau, e também, dei várias lambidas pelo o teu pau inteiro.
Quando os meus lábios encontraram as tuas bolas, foi a primeira vez que eu gozei perante aquele abuso sexual que eu cometi em você. Coloquei o teu pau inteiro dentro da minha boca, e durante alguns minutos, fiquei chupando o teu pau com toda a vontade. Te vendo pelado e incrivelmente gostoso, tirei a minha roupa também.
Subi em cima do seu corpo, colando o teu corpo mais ao meu, acariciei o teu tórax, beijei com vontade os teus mamilos, primeiro um, depois beijei o outro, tremi a língua pelo o teu mamilo direito, depois o esquerdo, desci as minhas unhas para o teu peitoral, arranhando-o por inteiro.
Meu gostoso, que delícia é você dormindo, assim, intacto. Você ama que eu o chupe, e senti falta dos seus suspiros, seus xingamentos, mas era outra sensação te excitar ainda que você não estivesse consciente da situação. Deveria te pedir desculpas, dizer que fui hipócrita em ter acordado e não ter te contado o quanto eu abusei de você ontem à noite, mas ao invés disso, só consigo sentir a minha buceta completamente molhada enquanto isso te escrevo. Desci pelo o teu corpo, beijando o teu peitoral, lambendo ele inteiro, tremendo a língua pelo o teu umbigo. E quando tremi a língua pela cabeça do teu pau, foi como se eu sentisse o teu pau pulsando de tesão. E ele estava.
Me aproximei do seu pescoço, senti o teu cheiro, era o seu perfil que eu mais gostava, beijei o teu pescoço, abusei ele inteiro com a minha boca. Enquanto abusava do teu pescoço, roçava as minhas pernas pelo o teu pau. Comecei a roçar a cabecinha do teu pau no meu grelo. Só você sabe o quanto eu fico doida quando fazemos isso. E por mais ou menos uns 5 minutos, fiquei apenas roçando o meu grelo na cabeça do teu pau. O teu pau estava duro, e a minha buceta não cansava de arder. Foi quando eu colei o teu corpo mais ao meu, e coloquei o teu pau dentro da minha buceta. Movimentei o meu corpo vai e vem. Ainda que o teu corpo não se movimentasse, eu sentia o teu pau socando até o fundo da minha buceta. E a minha buceta ia molhando por inteira. Continuei com o movimento pra frente e pra trás, arranhei as tuas costas, desci a minha mão pra sua bunda e arranhei com toda força. Você continuava duro. Eu ousei em dar uma gemida enquanto gozava.
Ah, ahhh! Que pica! Você também havia gozado. A minha buceta inteira estava cheia de porra. Tirei a minha buceta de dentro do seu pau, e fui direto mamar você. Mamei você tanto, tudo o que você gozava, eu bebia. Você estava dormindo, mas o teu corpo percebia exatamente toda a minha insanidade. Você acha que isso foi o suficiente, amor? Não. Ainda teve mais.
Eu me deitei na cama, e fui levando os teus dedos exatamente para a minha buceta. Fiz você me foder com a sua mão esquerda, enfiando a tua mão inteira dentro da minha buceta, fazendo-a socar, e gozei na tua mão inteira. Gozei e depois lambi todos os teus dedos.
Meu gostoso, eu não sei se quando você ler isso em seu trabalho, você ficará furioso. Saiba que agora, eu preciso fazer algo que a minha buceta esta pedindo desde que lembrei do abuso que fiz em você, a minha buceta precisa se masturbar pensando em você. Mas se quiser, quando chegar em casa, pode fazer isso por mim.
Eu te amo,
Da sua gostosa.
Primeiro você me agarra, vem como quem nada quer. O que você não sabe é quando me agarras, me levas a loucura. Fico sentindo a delícia, a extasiação mais pura. Logo isso se vai, pois a sacanagem começa. Você vem por trás, ou pela frente, tanto faz, enlouquece de uma mesma maneira. Às vezes me agarra apenas para encontrar a satisfação de que és tu o homem que me enlouqueces… Safado, sem vergonha por fazeres assim com uma mulher cheia de vontade de dar toda a sua buceta pra você! Às vezes muda de posição. Opta por não ser mais malino comigo, sendo assim, me toma em seus braços, com seus beijos mais molhados, mordendo os meus lábios, lambendo-os, invadindo o meu desejo com um único beijo. Com a tua sacanagem, me toma, me doma, me tem, me invade, me escrava, me satura, faz de mim o que bem entende. Ao ver o teu corpo gostoso, suado, sarado, delicioso, e ao fixar o meu olhar em o que você tem de mais grosso, à vontade não me deixa resistir. É a sua boca carnuda, o teu tórax de menino galanteador, o teu olhar hipnotizante, o teu corpo tão delirante, que fazem o que há dentro de mim sentir contrações ofegantes, fortes, imensamente vibrantes, ardimentos de tesão, espasmos de gozo e dominação.
Nós dois sobre a cama, só pode parar em coisas sacanas. É a nossa entrega profana, insana, e obviamente, sacana. A entrega de nossos corpos, nossas bocas, e carícias. Explorando, descobrindo cada vez mais o corpo um do outro. Percorro com as mãos em teu corpo em busca de desvendar os teus mistérios, a procura de descobrir a onde você enlouquece mais com um toque. E aos poucos te toco, abuso de você e de tudo o que o seu corpo tem para me oferecer. Vou até onde as minhas mãos puderem me levar, aguardando pelo o teu esperado gozo quente. Ato sem vergonha, descabido, provindo de uma ansiedade de loucura, selvageria. Essa vontade louca e interminável que bate na gente. A tensão sexual que rola quando o teu corpo aproxima-se do seu. O meu corpo torna-se tão submisso quando se encontra com o seu tão submisso ao ponto de querer algo mais ardente: Querer a minha buceta entre os teus dentes. Desejar as tuas mãos batendo fortemente a minha cara. Feito um riacho quente inundando os meus desejos profanos. Sigo assim com o meu desejo inatingível de te querer-te tanto assim, inatingível, pois outro homem não me tem de tal maneira. Ainda bem que sou a mulher de um único homem. Logo os meus lábios são feitos para chuparem um pau, que é o seu. A minha língua laça entre a cabeça pontuda e rosa. Nossas peles esquentam-se, uma das outras, nossos suores encontrolam-se, nossas vozes excitam-se. Diante essa safadeza, essa troca de desejos, nossos corpos forçam-se um contra o outro, explodimos de orgasmos e gemidos seguidos de gemidos. Tudo conduz para gozo atrás de gozo.